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Nesta Segunda: Eduardo encontra no quarto de Amanda uma carta assinada por Rodrigo

Eduardo inventa uma desculpa e diz a Aline que está procurando o banheiro. Amanda revela a Bianca que sente um frio na barriga quando vê Eduardo. Aline conta a Flávio que Eduardo estava procurando alguma coisa no quarto de Amanda. Aline fica apreensiva, mas Flávio a tranquiliza ao dizer que Eduardo está interessado em Amanda. Vitor diz para Eduardo dormir em sua casa, pois ele está levemente alterado. Vera conta a Aline que pediu para Lucy levar Amanda para a sua casa de praia. Regina conta a Loreta que Michel tem outra mulher. Loreta aconselha Regina a tomar uma atitude. Dante pergunta a Michel se ele gostaria de ver Regina com outros homens e afirma que não vai ser cúmplice de Michel. No café da manhã, Vera faz comentários sobre as fotos que saíram na coluna social. Vitor pergunta de Amanda. Vera aconselha Vitor a sair com Aline. Olavo pergunta a Vitor se Eduardo ainda está dormindo e diz que não gostou da ideia dele ter dormido em sua casa. Lucy faz comentários de Eduardo a Bianca e Amanda. Amanda conta que dançou com Eduardo.

No café da manhã, Eduardo pergunta de Amanda a Vitor. Maquiavélica, Aline diz que Amanda só causa problemas. Vitor chama Aline para ir à casa de praia de Lucy, e Aline convida Eduardo. Olavo pergunta de Rodrigo Sotelli a Milena, a secretária do banco Varela. Milena diz que o rapaz não deu notícias. Olavo lembra que Rodrigo era um funcionário exemplar do banco. Eliseu e Luciano fazem elogios a Janaina. Luciano fica enciumado ao ver como Eliseu olha Janaina. Desconfiadas, Regina e Loreta ouvem Michel com paciente atrás da porta. Elas entram no consultório e Michel está examinando uma senhora. Amanda fala a Lucy e Bianca que não quer viver da mesada de Olavo. Vitor pergunta sobre o irmão de Eduardo, que desconversa e diz que o irmão vai se casar. Eduardo inventa a desculpa que precisa pegar o celular e vai ao quarto de Amanda. Ele começa a mexer nas coisas de Amanda e encontra uma carta assinada por Rodrigo Sotelli.

"Corações Feridos" vai ao ar de segunda a sexta às 8:30 da noite, no SBT.

Patrícia Barros estreia como protagonista em "Corações Feridos"

publicado originalmente no site QUEM ACONTECE

 

  Patrícia Barros  é a nova aposta da dramaturgia do SBT. A emissora, que já lançou nomes como Ana Paula Arósio, Regiane Alves e Mariana Ximenes, traz a atriz, de 29 anos,como protagonista da novela "Corações Feridos", que estreou nesta segunda-feira (16), às 20h30.

Com todos os capítulos já prontos, a novela estava engavetada na emissora desde o fim de 2010, quando as gravações terminaram. Na trama, ela vive a mocinha Amanda e contracena com Cynthia Falabella e Victor Pecoraro, que atualmente integram o elenco de "Aquele Beijo".

Irmã da top Ana Beatriz Barros, Patrícia também trabalhou como modelo e morou em cidades como Paris, Tóquio e Nova York. Atualmente, ela quer investir na carreira de atriz. 

QUEM: Depois de mais de um ano, o SBT resolveu desengavetar a novela. Chegou a pensar que "Corações Feridos" não seria exibida nunca?

PATRÍCIA BARROS: Quero muito ver a novela no ar. É meu trabalho e tenho orgulho de ter participado. O Del Rangel [diretor] fez tudo com muito amor. Fiz a novela me sentindo em família. Não sabíamos quando a novela seria veiculada, teve todo esse impasse, mas sempre mantive a esperança de que iria para o ar em algum momento. Foi uma mega escola ter participado de uma novela como essa. No SBT, como há aquela instabilidade - já velha conhecida - todo mundo quer trabalhar direito, fazer funcionar para que o núcleo [de telenovelas] seja mantido. Era todo mundo muito unido e querendo um bom resultado.

QUEM: Antes de investir na carreira de atriz, você trabalhou como modelo. Como foi a experiência?
PB: Comecei a trabalhar como modelo ao 16 anos. Foi uma experiência maravilhosa porque tive a oportunidade de morar em cidades como Tóquio, Nova York e Paris. A gente aprende muito morando fora. Amei morar em Paris. Desde a infância, tenho uma vida meio nômade. Sou de Itabira [Minas Gerais], mas cheguei a morar no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Araxá (MG) porque meu pai vivia viajando por conta do trabalho e toda a família o acompanhava. Morar fora, para mim, não é um problema, já estava acostumada.

QUEM: E quando decidiu apostar na carreira de atriz?

PB: Aos 23 anos passei a morar em São Paulo, fiz curso [de interpretação] no Studio Beto Silveira, me formei, fiz curtas, produzi meus próprios curtas, conciliando com a carreira de modelo.

QUEM: A Ana Beatriz é uma modelo de projeção e fama internacional. Como é a relação de vocês? Se incomoda com as comparações?

PB: Além da Ana, eu tenho uma outra irmã, a Maria Luiza, de 28 anos. Cada uma tem uma carreira, cada uma tem uma vida. Não há problema nenhum em ser irmã da Ana Beatriz. Ela é linda, uma irmã maravilhosa. Não gosto de dar atenção a comentários. Se percebo que é um comentário maldoso, eu abstraio. Sempre fomos muito ligadas. Como mudávamos muito de cidade, fortalecemos nossa relação porque, por exemplo, chegávamos em um colégio novo, todo mundo já tinha seus amiguinhos. Em vez de ficarmos desambientadas, ficamos mais próximas.

QUEM: Durante as gravações de "Corações Feridos", você sofreu um grave acidente ao cair de um cavalo em uma das cenas e chegou a fraturar a costela. Como encarou este susto?

PB: Quando eu caí do cavalo, comecei a rir. Queria continuar gravando normalmente, mas o Del falou 'não, nada disso'. Quando levantei, vi que a roupa estava rasgada e ensanguentada. Isso aconteceu numa quinta ou sexta-feira. Na segunda, já estava gravando. Não tinha como deixar a equipe na mão, embora o diretor tivesse falado que me daria o tempo que fosse para recuperação, mas eu pensei no conjunto, não podia atrapalhar o trabalho dos outros. E eu tinha um grande volume de cenas. Entre 20 e 30 por dia. Logo após o acidente, fiz cenas mais calmas, com nada de movimentos bruscos, para não atrapalhar a minha recuperação.

'Corações Feridos', do SBT, tem história clara e uma ótima vilã

publicado originalmente no site TERRA / Foto: Divulgação SBT

Cynthia Falabella e Jaqueline Dalabona estão no elenco da novela 'Corações Feridos'. Foto: SBT/Divulgação

Ninguém pode acusar o SBT de sofisticação. Corações Feridos, novela que a emissora passou a exibir na última segunda-feira (16), é prova disso. A novela de Iris Abravanel - a partir do original mexicano "La Mentira", de Caridad Bravo Adams - é um primor de objetividade dramática. Quem é bom, é bom. Quem é mau, é melhor ainda. Caso da inescrupulosa Aline, de Cynthia Falabella. A atriz constrói uma personagem cuja dissimulação não enganaria uma criança de oito anos na vida real, mas é um primor na telenovela. Com ótima expressão corporal e um olhar deliciosa e exageradamente falso, a personagem já nasceu antológica.

Pena que esteja tão mal-acompanhada por Flávio, papel de Ronaldo Oliva. O personagem é um canalha perfeito, pleno de adjetivos: vulgar, ambicioso, brutal e asqueroso. Mas essa personalidade, de temperamento tão rico, se concretiza sem vigor na interpretação de Oliva. Mesmo nas cenas em que bolina a vilã, o personagem não tem a menor "pegância". Nada. Contracena sem interação. Ainda pode ser um Iago, mas até agora é uma ausência.

Como não podia deixar de ser em um folhetim feito de contrastes fortes, os heróis da história são bons, belos e bobocas. Em um gesto de delicadeza com o público, o Rodrigo de Paulo Zulu se mata logo no primeiro capítulo. Os galãs sobreviventes mantêm idêntico tom monocórdio, caso de Eduardo, de Flávio Tolezani, e Vitor, de Victor Pecoraro. Os coadjuvantes Olavo e Hélio, respectivamente de Paulo Coronato e Blota Júnior, mobilizam suas cenas com elegância. Destaque para a atriz Jacqueline Dalabona como Vera, mãe do mocinho Vitor, que defende seu papel de mulher rica com presença e propriedade.

Cenários e figurinos, que tantas vezes no SBT pareciam roubados de um brechó decadente, estão bem adequados aos personagens contemporâneos. Del Rangel oferece bem mais do que os "big closes" que a Globo insiste em repetir. O diretor trabalha com planos abertos que permitiriam, inclusive, uma movimentação cênica mais intensa. Ele ainda costurou as imagens da estreia com belos "split screens". Acima de tudo, sua câmara dialoga com atenção e suavidade com os intérpretes. É uma companheira discreta e precisa dos atores, o que revela o quanto Del Rangel deve à sua formação teatral. Que ninguém duvide, "Corações Feridos" é um novelão. E o superlativo não é elogioso. Mas tem sutilezas que merecem ser vistas. E, acima de tudo, descomplica a narrativa. É um grande mérito. Feita para corações singelos.

Corações Feridos vai ao ar de segunda a sábado, às 20h30.

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23/01/2012 00:08
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Segundo capítulo de "Corações Feridos" marca o dobro de audiência da estreia

18/01/2012 00:50
por Hugo Azevedo (Cynthia Falabella é Aline, a grande vilã de "Corações Feridos") Na noite desta terça-feira (17/01), a novela de Iris Abravanel, Corações Feridos registrou seu primeiro recorde de audiência marcando o dobro de audiência do seu primeiro capítulo. De acordo com os dados...
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